Dieta Baixa em Hidratos de Carbono

Alguns Dados Sobre a Dieta Baixa em Hidratos de Carbono

Dieta Baixa em Hidratos de Carbono
Há diferentes tipos de dietas baixas em hidratos de carbono, como por exemplo as dietas Atkins, Dukan, Zone, South Beach, Keto, etc.
Nas dietas pobres em hidratos de carbono reduz-se o consumo de alimentos com açúcares, amidos e farinhas refinadas. Procura-se aumentar o consumo de proteínas e gorduras saudáveis. Isto por sua vez reduz a quantidade de calorias ingeridas e ajuda a perder peso.
O Guia de Alimentação dos Estados Unidos recomenda o consumo entre 45 e 65 % do total de calorias diárias ou um mínimo de 130 gramas diárias de hidratos de carbono. Isto é baseado no valor mínimo estimado da quantidade de glicose que o cérebro necessita para funcionar eficientemente.
Dependendo da dieta escolhida, há diferentes extremos de redução. Com a dieta Keto recomenda-se que se consuma menos de 20 gramas de hidratos de carbono diárias, e outras como a South Beach não têm um limite estabelecido.
Para conseguir essa redução, alguns programas como o da dieta Atkins e Keto enfatizam o consumo de gorduras, enquanto que outros como o da dieta Dukan destacam o consumo de proteínas. Pelo contrário, a dieta South Beach e a dieta da Zona procuram um equilíbrio entre o consumo de vegetais pobres em amido e proteínas baixas em gorduras.
As pessoas que procuram perder peso ou ganhar músculo optam por uma dieta baixa em hidratos de carbono.
Existe alguma controvérsia sobre quanto saudáveis são as dietas baixas em hidratos de carbono. Que as recomenda refere que ao eliminar ou limitar os alimentos (particularmente os que são ricos em açúcar) previne ou melhora algumas condições de saúde como o síndrome metabólico, a diabetes, hipertensão e as doenças cardíacas, Para além de ajudar a reduzir o colesterol HDL e os triglicéridos.
Por outro lado, os especialistas advertem que reduzir os hidratos de carbono complexos drasticamente pode resultar em deficiências de vitaminas e minerais, perda de osso, problemas gastro-intestinais, prisão de ventre, náuseas, e se a redução for repentina, ter efeitos secundários como mudanças de humor, dores de cabeça, problemas de memória, fadiga e mau-hálito.
É essencial o consumo de fibras nestes casos, de forma que o funcionamento do sistema digestivo não seja afectado. É por isto que se tornaram populares alguns programas de alimentação em que se varia o consumo em ciclos alternados de alto e baixo consumo de hidratos de carbono (carb cycling, como é conhecido em inglês).
Qualquer regime que tenha necessidade de eliminar um grupo grande de alimentos vai ser difícil. Para algumas pessoas os resultados são suficientemente positivos os motivar a manter essa dieta. Mas para outros a adaptação a esta dieta baixa em hidratos de carbono pode ser incómoda pelos sintomas anteriormente mencionados.
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