artrite reumatóide

O problema da artrite reumatóide

É conhecida por diversos termos mas as suas consequências em nada variam consoante a denominação que se lhe atribui. Esta é uma verdade de La Palice para qualquer doença e por isso mesmo se reflecte de igual forma na artrite reumatóide, também apelidada de artrite anquilosante, artrite degenerativa, poliartrite crónica, poliartrite crónica evolutiva e artrite infecciosa crónica.

Todas as designações supra-referidas significam, em português corrente, uma só coisa, a inflamação de uma articulação. Esta enfermidade, assim manifestada, caracteriza-se pela abrasão daqueles nódulos de junção dos ossos, o que impede o funcionamento normal destes, levando à danificação das mesmas nos casos em que tal acontece com frequência, podendo inclusive paralisar na totalidade os membros directamente afectos às articulações lesadas.

A principal exteriorização da artrite é a vermelhidão da pele nas zonas das articulações e a recorrente comichão nessa área, sinais habitualmente acompanhados por dor intensa e rigidez passageira (na fase precoce) ou permanente (pós-generalização) da tez, embora alguns pacientes, ainda que apenas ligeiramente afectados pela doença, possam ostentar graus de actividade e sequência de sintomas bastante distintos.

O que é a artrite reumatóide?

Existem actualmente perto de uma centena de enfermidades articulares inflamatórias diferentes identificadas, sendo a artrite reumatóide a mais grave de todas devido ao seu cariz de nível crónico que pode ser detectado à medida que a doença evolui da “mera” comoção de uma articulação à generalização do problema.

As primeiras consequências da doença manifestam-se através do inchaço desmesurado da membrana que circunda a articulação, provocado pela infecção daquelas, alastrando-se a um ritmo avançado ao resto do corpo. Os efeitos imediatos da propagação acabam eventualmente por desencadear outras enfermidades quando a artrite reumatóide não é tratada de forma adequada, originando nomeadamente deformações permanentes nas articulações que tenham sido afectadas pela doença nos estágios anteriores.

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