Arritmia cardíaca

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A arritmia é qualquer tipo de alteração ao ritmo cardíaco, seja porque o batimento cardíaco é diferente do ritmo normal ou porque varia a frequência do batimento. Deve-se ter em conta que a frequência cardíaca é diferente de pessoa para pessoa, pois depende das respectivas características físicas e da situação actual em que se encontre, como por exemplo situações de stress

Existem diferentes tipos de arritmias como a fibrilação artial, a taquicardia ventricular ou a bradicardia.
Deve-se ter em conta que podem existir arritmias devido ao consumo de diferentes tipos de medicamentos ou substâncias, como por exemplo medicamentos contra a hipertensão, antidepressivos ou sedativos. Neste caso, quando termina o consumo do medicamento, o ritmo do coração irá recuperar a normalidade.
Entre os sintomas da arritmia podemos encontrar as palpitações, ou seja, tem-se a percepção do batimento do coração, desmaios, tonturas, dor no peito e dificuldade em respirar. A pessoa poderá ficar pálida e começar a suar profusamente. Em casos muito graves, a pessoa, pode inclusive chegar a sofrer uma paragem cardíaca
Para determinar se se sofre de arritmia, o médico irá auscultar o coração com um estetoscópio e verificar o pulso. Depois é feito outro tipo de exames, nomeadamente um electrocardiograma (ECG) que irá mostrar o traçado característico da fibrilação auricular. Poderá, no entanto, ser necessário fazer a monitorização cardíaca ambulatória contínua durante 24 horas (Holter), porque é frequente o início e o fim súbito de episódios de arritmia, que desta arritmiaforma podem ficar registados. Outros exames que podem permitir identificar a causa da fibrilação auricular são: ecocardiograma, a prova de esforço, o cateterismo cardíaco e os estudos electrofisiológicos.
Em relação ao tratamento, dependerá da gravidade do problema e da causa subjacente. A medicação pode incluir antiarrítmicos, igitálicos, bloqueadores dos canais de cálcio e beta-bloqueantes para diminuir e regularizar o ritmo cardíaco e reduzir a actividade de condução do impulso eléctrico para os ventrículos. Também podem ser prescritos antiagregantes plaquetários ou anticoagulantes para evitar complicações, nomeadamente a migração de coágulos de sangue que se formam e se libertam mais facilmente durante e depois dos episódios de fibrilação auricular. Para tratar a fibrilação auricular pode ser também utilizada a cardioversão eléctrica que permite a conversão da arritmia (ritmo anormal) no ritmo sinusal (normal).
Para prevenir estes problemas, nada melhor do que seguir uma dieta equilibrada, não fumar nem consumir café em excesso e fazer exercício suave com regularidade.
No entanto e como de costume, advertimos que este artigo tem uma função meramente informativa, devendo recorrer imediatamente ao seu médico para que este possa fazer uma melhor e correcta avaliação do seu caso.

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