Quando se deve fazer operação às amígdalas e quais são os riscos

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operação às amígdalas

O que são as amígdalas?

As amígdalas são estruturas linfáticas que pertencem ao sistema imunitário. Estão na cavidade orofaríngea posterior, próximo da entrada das vias respiratórias.

Têm a função de nos proteger dos agentes contaminantes, capturando os germes que causam as infecções provocando a inflamação das amígdalas, ou seja, filtram os germes que tentam invadir o corpo e ajudam a desenvolver os anticorpos contra os germes. Esta função é extremamente importante durante os primeiros anos de vida.

 

O que é a amigdalite?

A amigdalite não é senão a inflamação das amígdalas. É uma doença muito frequente durante a infância, sendo produzida por uma infecção (bacteriana ou viral) das amígdalas.

 

Sintomas e sinais de amigdalite

  • Hipertrofia das amígdalas.
  • Garganta vermelha e com uma camada branca ou amarela sobre as amígdalas (por vezes sem ela).
  • Dor
  • Alterações na voz.
  • Dificuldade em engolir.
  • Febre
  • Adenopatias cervicais.
  • Halitose (mau hálito).

Devido à sua localização à entrada do sistema respiratório e do tracto digestivo, quando as amígdalas se inflamam podem interferir com a respiração e a deglutição.

 

O que é a amigdalectomia?

É a remoção cirúrgica das amígdalas. É realizada geralmente devido aos problemas respiratórios do paciente.

Costuma ser necessário fazer um jejum de 6 horas antes da operação. O procedimento cirúrgico pode demorar entre 30 a 60 minutos. O período de recuperação pós-operatório oscila entre os 10 e os 15 dias.

 

Quando devem ser removidas as amígdalas?

Recomenda-se a remoção das amígdalas nos seguintes casos:

  • Mais de sete episódios de amigdalite por ano.
  • Mais de cinco episódios por ano, em cada um dos dois anos anteriores.
  • Mais de três episódios por ano, em cada um dos três anos anteriores.
  • Uma amigdalite que não melhora com o tratamento antibiótico.
  • Um abcesso periamigdaliano que não melhora com o tratamento farmacológico ou drenagem.
  • Por complicações derivadas do aumento de tamanho das amígdalas: apneia nocturna durante o sono, dificuldade em engolir, outras doenças relacionadas com as amígdalas.

 

Riscos da operação às amígdalas

  • Reacções aos anestésicos.
  • Inchaço e problemas respiratórios.
  • Hemorragia durante a cirurgia e/ou a cicatrização.
  • Infecções.
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