Meditação reduz morte, ataque cardíaco e derrame

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Afro-americanos com problemas cardíacos que praticam meditação transcendental regularmente, têm menos 48% de probabilidades de vir a sofrer um ataque cardíaco, um AVC ou de morrer em comparação com aqueles que assistiram a uma aula de educação para a saúde com indicações sobre a dieta e o exercício há mais de cinco anos, segundo um novo estudo publicado na «Cardiovascular Quality and Outcomes».

Também reduziram a sua pressão arterial e registaram menos stress e ira. Para além disso, aqueles pacientes que praticavam meditação com regularidade mostraram maiores índices de sobrevivência, segundo afirmaram os investigadores do estudo, do Medical College de Wisconsin em Milwaukee (Estados Unidos).

«Lançamos a hipótese de que a redução do stress através da ligação mente-corpo poderia ajudar a melhorar as taxas desta epidemia», disse Robert Schneider, investigador principal e director do Instituto de Medicina Natural e Prevenção em Fairfield, Iowa (Estados Unidos).

Dos resultados da investigação, cabe ressalvar que a pressão arterial baixou 5 mm Hg e a ira diminuiu significativamente entre os participantes da meditação transcendental, em comparação com os pacientes do grupo de controlo (os que receberam educação para a saúde), para além de que a meditação está relacionada com uma redução da morte, ataque cardíaco derrame (AVC).

Ambos os grupos mostraram mudanças benéficas no exercício e no consumo de álcool, e o grupo de meditação teve uma tendência para reduzir o consumo de tabaco, embora não tivesse havido diferenças significativas entre os grupos no que diz respeito ao peso, exercício ou dieta. Os investigadores centraram-se essencialmente nos afro-americanos devido às disparidades existentes na saúde nos Estados Unidos.

«A meditação transcendental pode diminuir os riscos de doenças cardíacas, tanto nas pessoas saudáveis como naquelas com problemas cardíacos diagnosticados», disse Schneider, que também já é um decano do Colégio Maharishi de Saúde Perfeita em Fairfield, no Iowa.

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