Como o trabalho precário afecta a nossa saúde

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A precariedade laboral não afecta apenas o nosso bolso, mas também as nossas emoções e saúde mental.

Embora não reste qualquer dúvida sobre este assunto, um estudo recente realizado pela Universidade Nacional da Austrália (ANU) confirma o que já todos sabíamos. Os trabalhadores precários têm maiores probabilidades de vir a sofrer de ansiedade e de depressão.

 

Cada pessoa é um caso

A precariedade laboral é uma realidade cada vez mais comum e pode estar disfarçada sob muitas formas, mas os resultados são quase sempre os mesmos, embora as consequências psicológicas não sejam iguais para todos os trabalhadores.

O estudo realizado pela Universidade Nacional da Austrália e publicado pela revista especializada Psychological Medicine relaciona a má saúde mental com a precariedade laboral e o desemprego.

trabalho precário

O apoio da família e dos amigos

Com efeito, alguns investigadores afirmam que as consequências psicológicas de um trabalho precário podem mesmo ser piores do que o próprio desemprego. Tudo depende, naturalmente, da personalidade e do carácter de cada um.

 

Insegurança e incerteza

A insegurança e a incerteza são alguns dos sentimentos mais frequentes nas pessoas que estão nesta situação. Sentimentos que se transformam em ansiedade, falta de auto-estima e depressão. Problemas emocionais que afectam a qualidade de vida.

 

Ajuda especializada

Enfrentar este tipo de situação nem sempre é fácil, e depende muito de cada um de nós. Neste sentido, o apoio da família e dos amigos é um factor crucial, embora por vezes não seja suficiente, e será então necessário recorrer à ajuda de algum profissional que possa ajudar a lidar com todas as emoções envolvidas.

Actualmente, a precariedade laboral é praticamente uma epidemia que continuar a expandir-se demasiado rápido e que afecta pessoas de qualquer classe social, e profissionais de todas as idades. O que se pode fazer é começar por reconhecer a existência deste problema, tratando e enfrentando a situação para que não nos devore por dentro.

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