Alimentos que curam – Alimentos prebióticos, probióticos e simbióticos

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prebióticos

Quando falamos sobre alimentos prebióticos, probióticos e simbióticos devemos primeiro fazer uma introdução acerca dos alimentos funcionais. Hoje em dia, há uma tendência tanto na medicina, como na nutrição, para tratar a doença como um complexo da causa até às consequências. Ou seja, não nos devemos ficar apenas pelo diagnóstico e tratamento dos sintomas. Pelo contrário, devemos é fazer um tratamento da origem do problema e até mesmo prevenir as complicações e o aparecimento de doenças crónicas.

Como estava então a dizer, os alimentos funcionais são aqueles que têm propriedades curativas semelhantes às de qualquer fármaco, mas com a diferença de não terem efeitos colaterais, não haver perigo de sobredosagem, para além de serem mais económicos e até mesmo deliciosos. Estas propriedades curativas devem-se à presença de componentes biologicamente activos. Entre os alimentos funcionais mais conhecidos estão os prebióticos, os probióticos e os simbióticos.

 

Alimentos prebióticos

São alimentos com ingredientes não digeríveis que passam pelo tracto intestinal e que chegam ao cólon sem terem sido modificados pelos sucos gástricos. Estes alimentos estimulam de forma selectiva o crescimento e a actividade das bactérias que vivem no nosso intestino e que são benéficas e necessárias ao bom funcionamento do sistema imunitário.

Exemplos de alimentos prebióticos são os alimentos com alto teor de fibras, como os cereais integrais, o trigo, o alho, a cebola, os espargos, o alho francês, a beterraba, a alcachofa ou as bananas. Entre as plantas destaca-se o dente de leão.

 

Alimentos probióticos

Estes alimentos fornecem-nos uma boa quantidade de microorganismos apropriados para restaurar e manter a flora microbiana amiga no nosso intestino. Estas bactérias “boas” são as que melhoram a assimilação de nutrientes, e consequentemente também os processos de desintoxicação, para além de ajudarem a optimizar a função do sistema imunitário.

Uma característica comum a todos estes alimentos é a capacidade de produzirem ácido láctico e outros ácidos orgânicos, como o ácido acético (etanóico), os quais são excelentes reguladores do pH corporal.

Os melhores exemplos de alimentos probióticos são os derivados de soja fermentados como o miso, tempeh e o tamari. Outros exemplos são os pickles de pepino e outras verduras, o chucrute, o kimchi, o kefir, o vinagre de maçã e o amplamente conhecido iogurte.

Apesar de tudo, no caso dos alimentos probióticos, existem hoje em dia boas formulações naturais no mercado que podem reunir várias características mais específicas para cada caso individual.

 

Alimentos simbióticos

A este grupo pertencem os alimentos que possuem na sua estrutura tanto prebióticos como probióticos. Como é natural, uma combinação entre prebióticos e probióticos pode dar-nos um alimento simbiótico se as proporções forem as adequadas.

Em todo o caso, os produtos da fermentação láctea são por excelência bons exemplos deste tipo de alimentos funcionais: o kimchi coreano, o chucrute de couve, o kefir, o tempeh e o miso também fazem parte deste grupo.

 

A conclusão a que quero chegar é que hoje em dia a alimentação é parte importante (se não mesmo fundamental) do arsenal terapêutico de muitos médicos. E a razão é muito simples: aquilo que comemos é o nosso melhor remédio!

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